O problema do ginásio de hotel tradicional
Transformar uma sala interior em ginásio custa mais do que o equipamento: obras, ventilação, por vezes reforço do pavimento e meses de planeamento enquanto essa sala deixa de gerar receita de outra forma.
Além disso, muitos hotéis simplesmente não têm uma sala livre para converter. O espaço interior já está destinado a quartos, restaurante ou zonas comuns.
A alternativa: um ginásio exterior que não disputa o espaço interior
Um ginásio em contentor marítimo instala-se no exterior — no jardim, num parque de estacionamento pouco usado, junto à piscina —, sem mexer na estrutura do hotel nem retirar uso ao espaço interior existente.
Isso muda a equação por completo: não é uma obra dentro do hotel, é uma instalação independente que se coloca onde houver espaço.
Porque faz sentido como comodidade
Diferenciação real, não cosmética
Qualquer hotel pode pôr duas máquinas num canto. Muito poucos conseguem oferecer um espaço de treino próprio, bem concebido, que faça parte da experiência do hóspede em vez de ser um acrescento.
Sem interromper a operação do hotel
A instalação não obriga a fechar zonas do hotel nem a causar os incómodos habituais de uma obra — ruído, pó, operários a circular por zonas de hóspedes.
Funciona todo o ano, não só na época alta
Ao contrário de instalações exteriores mais ligeiras, um módulo concebido para resistir à intempérie funciona em qualquer estação, o que evita que a comodidade se torne mera decoração fora da época alta.
O que se deve perguntar antes de dar o passo
- Temos algum espaço exterior — jardim, terraço, parque de estacionamento — que hoje não é aproveitado?
- Que tipo de hóspede temos: de férias, de negócios, ambos? O ginásio pode orientar-se para um ou para outro.
- Queremos que seja de acesso livre para os hóspedes ou com aulas orientadas por um profissional?
Nenhuma destas perguntas precisa de resposta antes de nos contactar: são precisamente o ponto de partida de qualquer conversa connosco.
Um encaixe real: clubes com a mesma lógica
Embora não seja um hotel, a Vals Sport, em Málaga, é um bom exemplo da mesma lógica: comprou e instalou três Supercubo Pro — em Churriana, Cártama e Limoneros — precisamente para alargar a oferta de treino sem construir uma nova nave. A lógica é a mesma de um hotel: aproveitar um espaço exterior existente em vez de remodelar um interior. E repetir a compra três vezes é o melhor sinal de que o primeiro Supercubo Pro cumpriu.
Perguntas frequentes
O ginásio tem de ser coberto ou pode estar completamente ao ar livre?
Instala-se no exterior e está preparado para funcionar nessas condições; o projeto concreto adapta-se à localização de cada hotel.
Quanto tempo demora a estar a funcionar depois de decidirmos instalá-lo?
O processo está pensado para ser concluído em semanas, não nos meses que costuma levar uma remodelação interior.
Pode levar o equipamento da nossa marca ou o logótipo do hotel?
Sim, o equipamento e os acabamentos são personalizáveis.
É uma comodidade só para hotéis grandes?
Não. O encaixe depende mais do terreno exterior disponível do que da dimensão do hotel.
Quem dá as aulas ou gere o acesso?
Isso depende do hotel: pode ser de acesso livre para os hóspedes ou gerido com um treinador, próprio ou externo.